quinta-feira, 30 de agosto de 2007
PROCESSO DE AVALIAÇÃO NA DISCIPLINA I.E.E.
O processo de avaliação da disciplina IEE seguiu o seguinte plano:
1. Relatório e apresentação da visita técnica -------- 40 pontos
2. Relatório do desenvolvimento do projeto---------15 pontos
3. Seminário de apresentação do projeto------------15 pontos
4. Avaliação do blogue do grupo --------------------15 pontos
5. Objeto, considerando os ganhos de aprendizagem
do grupo -----------------------------------15 pontos
Cada um dos itens acima foi rigorosamente avaliado.
Ass. Paulo Ventura e Flavio Macedo
terça-feira, 24 de julho de 2007
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS DE ALUNOS DA ELÉTRICA - IEE
Atenção aos horários de apresentação dos resultados dos projetos:
DATA: 14 DE JULHO - TERÇA-FEIRA
HORÁRIO: A PARTIR DE 08:00
LOCAL: SALA 01 DO PRÉDIO 11 CAMPUS II
EQUIPAMENTO: CONTAREMOS COM UM COMPUTADOR E UM DATASHOW PARA AS APRESENTAÇÕES
É NECESSÁRIO QUE TODOS ESTEJAM PRESENTES
ORIENTAÇÕES PARA REDAÇÃO DO RELATÓRIO
Páginas iniciais
Capa (nome completo e curso dos autores, título, orientador, cidade, instituição, mês, ano); dedicatórias; agradecimentos; sumário; siglas; lista de quadros; lista de gráficos.
Resumo
Descrição sucinta (até 250 palavras), com a descrição essencial do projeto e indicação das palavras-chave ao final da página.
Introdução
A introdução deve apresentar a motivação do grupo para desenvolver o tema, o contexto em que o trabalho foi realizado, a situação-problema estudada e os objetivos que se procurou alcançar. Na introdução pode-se também apresentar a relevância e alcances possíveis do projeto, além de outros elementos que o grupo considere necessários. As citações e referências teóricas deverão ser indicadas no texto com as fontes bibliográficas completas apresentadas como último item do relatório
Materiais e Métodos
Neste item deve-se apresentar como o projeto foi desenvolvido, os materiais e métodos que foram utilizados, os passos seguidos para a realização do projeto, os recursos técnicos, humanos e financeiros que foram empregados.
Resultados
Neste item apresenta-se os resultados alcançados com uma discussão crítica sobre as dificuldades e imprevistos encontrados no desenvolvimento do projeto.
Discussão
Neste item apresenta-se considerações sobre os resultados obtidos, as inovações técnicas ou tecnológicas que tenham sido obtidas e as possíveis aplicações e expansões do projeto. Apresenta-se também as conclusões finais do projeto.
Referências Bibliográficas
Citação completa das referências bibliográficas utilizadas, segundo o padrão da ABNT.
Anexos
Materiais diversos relevantes para o projeto tais como: textos de apoio, croquis, documentos, etc.
FORMATO: papel A4; margens de 2,5 cm, fonte arial 12; entrelinha 1,5.
ENTREGAR: relatório encadernado; CD-ROM com arquivos eletrônicos do relatório e da apresentação.
terça-feira, 17 de julho de 2007
APRESENTAÇÃO DOS GRUPOS DE VISITA TÉCNICA DE INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ELÉTRICA - IEE
Apresentação dos grupos de visita técnica
DATA: Terça-feira dia 07 de agosto de 2007
LOCAL: Sala 01 do Prédio 11 (local da aula)
HORÁRIOS: Grupo 1 - HITZ ----- 10h00min às 10h30min
Grupo 2 - CEMIG ----10h30min às 11h00min Grupo 3 - ??????? ---11h00min às 11h30min
Para a apresentação contaremos com um computador e um data show. Portanto podem preparar uma bela apresentação onde todos os alunos de cada grupo terão a chance (e a obrigação) de falar um pouco.
AINDA COM RELAÇÃO AO CALENDÁRIO:
Apresentação dos projetos: 14 de agosto
Apresentação dos relatórios: 21 de agosto
terça-feira, 10 de julho de 2007
Estamos a um mês das apresentações dos resultados dos projetos em desenvolvimento. Sugerimos empenho e dedicação nesta reta final de trabalhos. Acompanhando os blogues postados pelas equipes de projeto verificamos que todos estão em plena atividade criativa. Que novos produtos, objetos ou artefatos estão em processo de construção? Que idéias estão sendo gestadas no momento? Àqueles interessados em acompanhar idéias em efervescência e artefatos tecnológicos em processo de criação, visitem os blogues dos "Projetos em Desenvolvimento" listados nesse espaço.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
NOVA ESPOSIÇÃO NO MÊS DE AGOSTO
Paulo
terça-feira, 19 de junho de 2007
FICHA DE ACOMPANHAMENTO SEMANAL DE PROJETO - ALGUMAS QUESTÕES QUE PRECISAM SER SEMANALMENTE RESPONDIDAS
F A S – FICHA DE ACOMPANHAMENTO SEMANAL DE PROJETO
TÍTULO DO PROJETO
DATA
1. AÇÕES REALIZADAS NESSA SEMANA
2. AÇÕES PREVISTAS NO PROJETO PARA ESTA SEMANA
3. ANÁLISE SOBRE O CUMPRIMENTO DO CRONOGRAMA PREVISTO NO PROJETO
4. PENDÊNCIAS PRINCIPAIS
5. PROBLEMAS PRINCIPAIS ENCONTRADOS
6. MATERIAIS PRÁTICOS A PROVIDENCIAR
7. MATERIAIS TEÓRICOS A PROVIDENCIAR
8. CONTATOS A REALIZAR
9. IDÉIAS A EXPLORAR
10. ENCAMINHAMENTOS PARA A PRÓXIMA SEMANA
11. ENCAMINHAMENTOS PARA AS SEMANAS POSTERIORES
12. AVALIAÇÃO DO GRUPO SOBRE O ANDAMENTO DO PROJETO
13. OBSERVAÇÕES E COMENTÁRIOS GERAIS
14. NOME COMPLETO DOS ALUNOS COM E-MAILS
terça-feira, 5 de junho de 2007
FOTOS DA EXPOSIÇÃO - OBJETO DO MÊS
DE INSTRUMENTO PARA MEDIR O MUNDO A INSTRUMENTO PARA PENSAR AS MEDIDAS DO MUNDO
O voltímetro Tesla em exposição chegou ao Brasil no final da década de 1960, juntamente com outros equipamentos eletro-eletrônicos, vindos do Leste Europeu como fruto de acordos comerciais entre o Brasil e os países do Bloco Comunista. Eram utilizados como moeda em transações comerciais envolvendo gêneros alimentícios, produtos agrícolas etc.
Distribuídos pelo MEC, esses equipamentos, que algumas vezes chegavam a nós defasados tecnologicamente, foram utilizados para criar e equipar diversos laboratórios de escolas no Brasil. Na Escola Técnica Federal de Minas Gerais (antigo nome do CEFET-MG entre os anos de 1959-1978), tais equipamentos, entre eles o voltímetro Tesla, foram a base material para o surgimento do curso técnico de eletrônica, em 1969.
Nos laboratórios desse curso, o voltímetro Tesla serviu de instrumento para a formação de muitas gerações de técnicos na área de eletro-eletrônicos, tendo permanecido em uso por cerca de 30 anos. Podemos dizer que, desde que chegou aqui e apesar da defasagem tecnológica apontada por diferentes sujeitos que lidaram com o voltímetro, esse aparelho ganhou uma nova vida em Belo Horizonte, tendo sido apropriado para diferentes usos e finalidades.
O voltímetro Tesla (na verdade, um multímetro), quando criado na Europa, era originariamente um objeto técnico, pensado para uso em aplicações eletrônicas na área industrial. Foi transformado em moeda, em objeto comercial, ao ser usado para equilibrar as contas entre o Bloco Comunista do Leste Europeu e o Brasil. Aqui chegando, sofreu nova transformação, que ampliou a idéia original de sua aplicação. Seu uso superou a aplicação eletrônica direta: de objeto técnico, passou a ser um objeto escolar no curso técnico de eletrônica, através do qual pessoas poderiam fazer mediçôes, como seria utilizado na indústria; mas também aprender sobre como o aparelho funcionava para realizar essas medidas, sobre o que elas representavam, sobre o que estava sendo medido.
O uso pedagógico do Voltímetro Tesla nos permite explicitar e compreender como certos objetos, pensados para um uso específico – no caso, um objeto técnico – podem ser transformados, pela incorporação ao ambiente escolar, indo além de suas atribuições originais. De instrumentos para medir o mundo, tornam-se instrumentos para pensar as medidas do mundo. Um voltímetro, feito para medir tensões elétricas, torna-se ferramenta que leva ao raciocínio: o que é tensão elétrica? Como se mede esta tensão? O que isto representa? Qual a tecnologia que permite tal leitura? Como isto interage sobre nossa compreensão dos circuitos elétricos e eletrônicos?
Hoje, quando o Voltímetro Tesla parece não ter mais função, quer como objeto técnico, quer como objeto escolar, uma nova transformação está sendo produzida: ele se torna um objeto de exposição, a nos fazer pensar sobre sua materialidade, sobre sua história, sobre seus diferentes usos ao longo desses anos.
E além disso, convida-nos a pensar sobre a materialidade que ao mesmo tempo produz e é produzida pela escola, sobre a história do ensino técnico e do CEFET/MG, sobre o tempo e as mudanças na tecnologia; mas também sobre as permanências e as memórias que carregamos conosco.
Voltímetro Tesla: assim como um multímetro pode ter várias aplicações, este “Objeto do Mês” transformou-se, multifacetado. Hoje, você está sendo convidado a tranformá-lo novamente, ao construir a sua relação com ele. Que novidades poderão brotar desse encontro?
VISITE A EXPOSIÇÃO
“OBJETO DO MÊS – O VOLTÍMETRO TESLA”
HALL DO PRÉDIO ADMINISTRATIVO DO CAMPUS I - CEFETMG
terça-feira, 29 de maio de 2007
PLANEJAMENTO DA VISITA TÉCNICA ORIENTADA (VTO) - Introdução à Engenharia Elétrica
1 - Constituir os grupos de VTO.
2 - Conhecer os objetivos e a proposta da atividade - definir a coordenação do grupo.
3 - Planejar a entrevista com engenheiros da empresa visitada: escrever o roteiro da entrevista.
4 -Definir a empresa a ser visitada e a pertinência da visita.
5 - Agendar a visita: data, horário e local.
6 - Realizar a visita - fazer a entrevista com engenheiros da empresa - registrar dados que considerarem importantes.
7 - Redigir o relatório da VTO.
8 - Apresentar os resultados em seminário (20 minutos para cada grupo).
sexta-feira, 25 de maio de 2007
AULA DE MESTRE, ou A BANANADA DA VOVÓ, OU A FUNÇÃO DO ENGENHEIRO
"Ilustríssimos colegas da Mesa, Senhor Presidente, meus queridos alunos, Senhoras e Senhores, Para mim é um privilégio ter sido escolhido paraninfo desta turma. Esta é como se fora a última aula do curso. O último encontro, que já deixa saudades. Um momento festivo, mas também de reflexão. Se eu fosse escolhido paraninfo de uma turma de direito, talvez eu falasse a importância do advogado que defende a justiça e não apenas o réu. Se eu fosse escolhido paraninfo de uma turma de medicina, talvez eu falasse da importância do médico que coloca o amor ao próximo acima dos seus lucros profissionais. Mas, como sou paraninfo de uma turma de engenheiros, vou falar da importância do engenheiro para o desenvolvimento do Brasil.
Para começar, vamos falar de bananas e do doce de banana, que eu vou chamar de bananada especial, inventada (ou projetada) pela nossa vovozinha lá em casa, depois que várias receitas prontas não deram certo.
É isso mesmo. Para entendermos a importância do engenheiro vamos falar de bananas, bananadas e vovó. A banana é um recurso natural, que não sofreu nenhuma transformação.
A bananada é = a banana +outros ingredientes + a energia térmica fornecida pelo fogão + o trabalho da vovó... e + o conhecimento, ou tecnologia da vovó. A bananada é um produto pronto, que eu vou chamar de riqueza.
E a vovó? Bem, a vovó é a dona do conhecimento, uma espécie de engenheira da culinária. Agora, vamos supor que a banana e a bananada sejam vendidas. Um quilo de banana custa um real. Já um quilo da bananada custa cinco reais. Por que essa diferença de preços? Porque quando nós colhemos um cacho de bananas na bananeira, criamos apenas um emprego: o de colhedor de bananas. Agora, quando a vovó, ou a indústria, faz a bananada, ela cria empregos na indústria do açúcar, da cana-de-açúcar, do gás de cozinha, na indústria de fogões, de panelas, de colheres e até na de embalagens, porque tudo isto é necessário para se fabricar a bananada. Resumindo, 1kg de bananada é mais caro do que 1kg de banana porque a bananada é igual banana mais tecnologia agregada, e a sua fabricação criou mais empregos do que simplesmente colher o cacho de bananas da bananeira. Agora vamos falar de outro exemplo que acontece no dia-a-dia no comércio mundial de mercadorias.
Em média: 1kg de soja custa US$ 0,10 (dez centavos de dólar), 1kg de automóvel custa US$ 10, isto é, 100 vezes mais, 1kg de aparelho eletrônico custa US$ 100, 1kg de avião custa US$ 1.000 (10 mil quilos de soja) e 1kg de satélite custa US$ 50.000. Vejam, quanto mais tecnologia agregada tem um produto, maior é o seu preço, mais empregos foram gerados na sua fabricação. Os países ricos sabem disso muito bem. Eles investem na pesquisa científica e tecnológica. Por exemplo: eles nos vendem uma placa de computador que pesa 100g por US$ 250. Para pagarmos esta plaquinha eletrônica, o Brasil precisa exportar 20 toneladas de minério de ferro. A fabricação de placas de computador criou milhares de bons empregos lá no estrangeiro, enquanto que a extração do minério de ferro, cria pouquíssimos e péssimos empregos aqui no Brasil. O Japão é pobre em recursos naturais, mas é um país rico. O Brasil é rico em energia e recursos naturais, mas é um país pobre.
Os países ricos, são ricos materialmente porque eles produzem riquezas. Riqueza vem de rico. Pobreza vem de pobre. País pobre é aquele que não consegue produzir riquezas para o seu povo. Se conseguisse, não seria pobre, seria país rico.
Gostaria de deixar bem claras três coisas:
1º) quando me refiro à palavra riqueza, não estou me referindo a jóias nem a supérfluos. Estou me referindo àqueles bens necessários para que o ser humano viva com um mínimo de dignidade e conforto;
2º) não estou defendendo o consumismo materialista como uma forma de vida, muito pelo contrário;
3º) e acho abominável aqueles que colocam os valores das riquezas materiais acima dos valores da riqueza interior do ser humano.
Existem nações que são ricas, mas que agem de forma extremamente pobre e desumana em relação a outros povos. Creio que agora posso falar do ponto principal. Para que o nosso Brasil torne-se um País rico, com o seu povo vivendo com dignidade, temos que produzir mais riquezas. Para tal, precisamos de conhecimento, ou tecnologia já que temos abundância de recursos naturais e energia. E quem desenvolve tecnologias são os cientistas e os engenheiros, como estes jovens que estão se formando hoje. Infelizmente, o Brasil é muito dependente da tecnologia externa. Quando fabricamos bens com alta tecnologia, fazemos apenas a parte final da produção.
Por exemplo: o Brasil produz 5 milhões de televisores por ano e nenhum brasileiro projeta televisor. O miolo da TV, do telefone celular e de todos os aparelhos eletrônicos, é todo importado. Somos meros montadores de kits eletrônicos. Casos semelhantes também acontecem na indústria mecânica, de remédios e, incrível, até na de alimentos. O Brasil entra com a mão-de-obra barata e os recursos naturais. Os projetos, a tecnologia, o chamado pulo do gato, ficam no estrangeiro, com os verdadeiros donos do negócio. Resta ao Brasil lidar com as chamadas caixas pretas. É importante compreendermos que os donos dos projetos tecnológicos são os donos das decisões econômicas, são os donos do dinheiro, são os donos das riquezas do mundo. Assim como as águas dos rios correm para o mar, as riquezas do mundo correm em direção aos países detentores das tecnologias avançadas.
A dependência científica e tecnológica acarretou para nós brasileiros a dependência econômica, política e cultural. Não podemos admitir a continuação da situação esdrúxula, onde 70% do PIB brasileiro é controlado por não residentes. Ninguém pode progredir entregando o seu talão de cheques e a chave de sua casa para o vizinho fazer o que bem entender. Eu tenho a convicção que desenvolvimento científico e tecnológico aqui
no Brasil garantirá aos brasileiros a soberania das decisões econômicas, políticas e culturais. Garantirá trocas mais justas no comércio exterior. Garantirá a criação de mais e melhores empregos. E, se toda a produção de riquezas for bem distribuída, teremos a erradicação dos graves problemas sociais. O curso de engenharia da UERJ, com todas as suas possíveis deficiências, visa a formar engenheiros capazes de desenvolver tecnologias.
É o chamado engenheiro de concepção, ou engenheiro de projetos. Infelizmente, o mercado nacionalizado nem sempre aproveita todo este potencial científico dos nossos engenheiros. Nós, professores, não podemos nos curvar às deformações do mercado. Temos que continuar formando engenheiros com conhecimentos iguais aos melhores do mundo. Eu posso garantir a todos os presentes, principalmente aos pais, que qualquer um destes formandos é tão ou mais inteligente do que qualquer engenheiro americano, japonês ou alemão. Os meus trinta anos de magistério, lecionando desde o antigo ginásio até a universidade, me dá autoridade para afirmar que o brasileiro não é inferior a ninguém, pelo contrário, dizem até que somos muito mais criativos do que os habitantes do chamado primeiro mundo. O que me revolta, como professor cidadão, é ver que as decisões políticas tomadas por pessoas despreparadas ou corruptas, são responsáveis pela queima e destruição de inteligências brasileiras que poderiam, com o conhecimento apropriado, transformar o nosso Brasil num país florescente, próspero e socialmente justo. Acredito que o mundo ideal seja aquele totalmente globalizado, mas uma globalização que inclua a democratização das decisões e a distribuição justa do trabalho e das riquezas.
Infelizmente, isto ainda está longe de acontecer, até por limitações físicas da própria natureza. Assim, quem pensa que a solução para os nossos problemas virá lá de fora, está muito enganado. O dia que um presidente da República, em vez de ficar passeando como um dândi pelos palácios do primeiro mundo, resolver liderar um
autêntico projeto de desenvolvimento nacional, certamente o Brasil vai precisar, em todas as áreas, de pessoas bem preparadas. Só assim seremos capazes de caminhar com autonomia e tomar decisões que beneficiem verdadeiramente a sociedade brasileira. Será a construção de um Brasil realmente moderno, mais justo, inserido
de forma soberana na economia mundial e não como um reles fornecedor de recursos naturais e mão-de-obra aviltada. Quando isto ocorrer, e eu espero que seja em breve, o nosso País poderá aproveitar de forma muito mais eficaz a inteligência e o preparo intelectual dos brasileiros e, em particular, de todos vocês, meus queridos alunos, porque vocês já foram testados e aprovados. Finalmente, gostaria de parabenizar a todos os pais pela contribuição positiva que deram à nossa sociedade possibilitando a formação dos seus filhos no curso de engenharia da UERJ. A alegria dos senhores também é a nossa alegria.
Muito Obrigado."
terça-feira, 22 de maio de 2007
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ELÉTRICA: PRIMEIRAS IDÉIAS
Formação dos grupos e primeiras idéias de trabalho.
Os grupos de projeto dos alunos da disciplina Introdução à Engenharia Elétrica (1º semestre de 2007) começam a se organizar. Eis aqui uma lista de primeiras idéias e os respectivos grupos:
1 - Gato Magnético : Mariane, Juliana Campos, Pedro Augusto;
2 - Motor de corrente contínua: Alfredo, Caroline, Juliana Caroline, Thalles;
3 - Carro fotovoltaico: Catarine, Mônica, Fernando, Guilherme;
4 - GPS: Aline, Rodrigo, Igor, Renan;
5 - Rádio: Marcio, Anderson, Felipe, Deborah;
6 - CRIAH: Ana Carolina, Carla, Ivis, Hélio;
7 - Guitarra Elétrica: Jackson, Renato, Rodolfo, Arthur;
8 - GIA: Brunno, Glauco, Mateus, Pedro Henrique, Rafael;
9 - Luminária: Yasmine, Letícia, Raíssa e Pedro Rabelo.
Aviso a todos para me enviarem os endereços dos blogs para que eu os coloque neste sítio.
Paulo C S Ventura
quarta-feira, 16 de maio de 2007
AOS ALUNOS DO LACTEA-MET
Paulo C S Ventura
terça-feira, 15 de maio de 2007
Vamos experimentar a agilidade e dinamismo dos Blogs. Trata-se de uma mediação nova para mim, que tentarei utilizar a favor de uma melhor orientação aos grupos que acompanharei neste semestre. Reforço junto aos alunos a importância de um registro detalhado do desenvolvimento do projeto. Alguns blogs apresentados na semana passada em reunião do grupo de pesquisa Lactea evidenciaram uma tendência a um registro esquemático. Quando se lê esses registros sem ter acompanhado de perto o trabalho, muitas perguntas ficam sem resposta e a história do projeto não é conhecida. Dedique tempo ao registro. Vale a pena! Ele permite uma reflexão sistemática sobre o trabalho, contribuindo para escolhas mais fundamentadas e com menor chance de erro. Conduz também a elaborações originais em termos de idéias e práticas.
Adelson Moreira.
NOVOS ALUNOS DE ENGENHARIA NO LACTEA
Os alunos calouros dos cursos de Engenharia de Computação e Engenharia Elétrica também estarão usando este espaço para desenvolver seus projetos. Aqui neste latifúndio, na sessão "Arquivos do Blog" podem ser encontrados todas as instruções necessárias ao desenvolvimento de projetos no LACTEA: Orientação para desenvolvimento de projetos; formulário de descrição do projeto; ficha de acompanhamento semanal; modelo de relatório final, orientações para apresentação do seminário, etc. Pode-se ver também projetos que estão em desenvolvimento ou que foram desenvolvidos por outros grupos e, quem sabe, ter uma boa idéia de trabalho.
Lembretes importantes para os novos alunos:
1 - Crie seu grupo
2 - Crie o blog do grupo
3 - Coloque no blog todas as informações importantes para o seu grupo. Não se esqueça de colocar os nomes dos membros do grupo, com os endereços eletrônicos caso precisemos de comunicação individualizada sobre o andamento da disciplina como um todo.
4 - Envie para seu professor o endereço do blog para que ele coloque o link nesse blog do LACTEA.
5. Comece a escrever o plano do projeto (formulário de descrição de projeto).
Bom trabalho a todos.
Paulo C S Ventura